A Bola na Bota - Part 20

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sábado, 31 de janeiro de 2009 azzurra, jogadores | 18:06

Amauri e as teses conspiratórias

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Dunga fez o que pôde para não convocar Amauri, mas não deu. Neste sábado, depois de confirmada a lesão de Luis Fabiano, o técnico chamou o atacante da Juve para enfrentar a Itália, dia 10 de fevereiro, em Londres.

Contra a vontade da mãe do jogador, que disse o seguinte: “Continuo a dizer que ele deve jogar pela Itália. O Brasil nunca lhe deu nada e agora vem essa convocação do Dunga, que só serve para queimá-lo. Dunga só o chamou porque o Luis Fabiano se machucou, e eu sempre disse que ele deveria vestir a camisa da Itália, um país que lhe deu tudo”.

Mas Dona Janete, a mãe, ainda pode manter duas esperanças. A primeira: para que Amauri pudesse jogar o amistoso, a Juventus precisaria liberá-lo, pois a convocação ocorreu fora do prazo estabelecido pela Fifa para que sejam chamados atletas que atuam no exterior. E o presidente da Juve, Cobolli Gigli, disse há pouco em uma entrevista à TV, logo depois da derrota por 3 x 2 para o Cagliari (sim, Amauri jogou), que não recebeu nenhum comunicado nesse sentido e que, mesmo que o aviso chegasse, “seria fora de hora”. “Não aceitaremos, e o jogador já foi comunicado”, disse. E assim…

… vão começar a chover, como de costume no mundo do futebol, uma série de teorias conspiratórias das mais cabeludas. Posso adiantar algumas delas:

1) O presidente da Federação Italiana de Futebol, Giancarlo Abate, e o técnico da Azzurra, Marcelo Lippi, pediram à diretoria da Juventus que, pelo bem do país, ela não liberasse Amauri. Assim o atacante poderia em breve ocupar o lugar de Luca Toni com a camisa azul. É a mais óbvia das teorias.

2) Amauri, receoso (como sua mãe) sobre suas reais chances de atuar na Copa pela seleção brasileira, teria pedido ao próprio clube que não o liberasse. Assim teria tempo de esperar o passaporte italiano e ainda verificar se Dunga voltará a chamá-lo pelo Brasil em outras oportunidades.

3) Dunga teria colocado em prática o italiano que aprendeu nos tempos de Fiorentina e, sem a mínima cerimônia, teria ligado à diretoria da Juve e antecipado: “Olha, eu o chamei, mas se vocês não quiserem liberá-lo, por mim, tudo bem”. Assim, o técnico viveria no melhor do mundos: encerraria as críticas que recebe por não chamar Amauri, sem, contudo, precisar escalá-lo.

Se nenhuma destas teses aparecer nos próximos dias, será porque a Juventus voltou atrás e acabou liberando Amauri apesar da frase de seu presidente, que hoje deve estar num baita mau humor. E aí, para Dona Janete, só restará a segunda esperança, de que seu filho não entre em campo no jogo contra a Itália. Se ficar apenas no banco, pelas regras da Fifa, Lippi ainda poderá sonhar em convocá-lo para a Azzurra.

* Post atualizado às 20h50.

Autor: Gian Oddi Tags: , , ,

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009 imprensa, jogadores | 16:25

A bunda da sorte

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Agradeço ao fratello Tiago Maranhão pelo palpitante assunto que já ia passando em branco por aqui,
mas não no portal da CNN:
 

É isso aí. Já não bastassem as muitas mulheres que certamente gostariam de tirar uma lasquinha do cara, agora inventaram mais essa: passar a mão na bunda de Beckham dá sorte! Tudo, dizem, por causa do seu começo promissor no Milan. É meio estranho…

Primeiro porque o tal do começo promissor (que inclui um empate em casa com o Genoa) é muito provavelmente o começo de nada. Afinal, logo mais, David deve voltar a brincar de celebridade em Los Angeles.

Segundo porque não me parece que seja necessário seu timaço de marketing inventar motivos extras para o povo querer passar a mão na bunda do Beckham. A diferença é que agora, além das moças, marmanjos como Seedorf e Pirlo também almejam a apertadinha. O que, convenhamos, não é exatamente uma vantagem….

Autor: Gian Oddi Tags: , , ,

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009 campeonato italiano, política | 17:46

Cesare Battisti x David Beckham

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Eu até ia escrever sobre a última rodada do Italiano. Tratando, por exemplo, da volta de Totti — com gol — ao time da Roma. Ou ainda da lesão de Cassetti, que acontece logo depois de Panucci abandonar o elenco; ou seja, na pior hora possível.

O Milan também poderia ser tema do post. Especialmente pelo fato de mais um gol do Bekcham, sua vontade de permanecer na Itália e a vontade do Galaxy em tê-lo de volta terem ofuscado o tropeço da equipe diante do Genoa. É um caso (raro) em que o tal “marketing” do jogador age a favor do clube também em campo.

E a Inter? Quando muita gente achou, depois da primeira rodada do ano, que o time ia desandar, eis que a equipe de Mourinho volta a abrir seis pontos de vantagem sobre a Juve, que perdeu por 2 x 1 a um para a Udinese, fora de casa, num resultado absolutamente normal. “Foi só uma derrota”, disse Buffon.

Houve também Ibrahimovic dizendo umas verdades para Balotelli e fazendo pouco caso da Bola de Ouro. Ou a compra de Dátolo, ex-Boca, pelo Napoli.

Mas nada disso me impressionou tanto como a quantidade de notícias que recebemos da agência de italiana Ansa relacionadas ao caso Battisti. Para ficar claro: ao caso Battisti e ao futebol. Abaixo, reproduzo apenas a lista de títulos e olhos das reportagens.

* Caso Battisti: Ex-jogador Paolo Rossi defende extradição
Em entrevista à ANSA, o algoz do Brasil na Copa de 1982 disse que “é justo que um ex-terrorista cumpra a sua pena na Itália”

* Caso Battisti: chanceler italiano espera que Itália vença amistoso ‘de goleada’
“Nós não temos uma disputa com o povo brasileiro, temos um problema com as autoridades brasileiras”, declarou.

* Caso Battisti: Ministra sugere que Itália jogue de luto amistoso com Brasil
Giorgia Meloni ressaltou, porém, que os torcedores que assistirão ao jogo terão de tomar cuidado para não insultar a população brasileira com vaias e cartazes ofensivos; partida está marcada para 10 de fevereiro, em Londres

* Caso Battisti: Líder comunista ironiza polêmica por amistoso e sugere que Berlusconi suspenda contratos de brasileiros do Milan
Alessandro Pignatiello, do Partido dos Comunistas Italianos, criticou o ministro da Defesa do país, Ignazio La Russa, que defendeu o cancelamento da partida entre Brasil e Itália marcada para o dia 10

* Caso Battisti: Deputado opositor defende realização de amistoso Brasil-Itália
Para Ermete Realacci, do Partido Democrata, se o mesmo critério fosse usado em outros casos, a Itália deveria também renunciar aos jogos com a França, país que negou a extradição da ex-militante das Brigadas Vermelhas Marina Petrella.

Só não entendi bem a escolha do personagem dessa primeira matéria. Seria para diminuir o apoio que os brasileiros em geral têm dado ao governo italiano nesse caso?  ; )

Autor: Gian Oddi Tags: , , , , ,

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009 técnicos, vídeos | 13:41

Capello e a stripper

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Capello analisa o curioso material do maiô da moça; podem reparar (Reuters)

Em geral, os programas de TV da Itália podem até não primar pela qualidade estética. Mas em termos de markenting têm feito a lição de casa direitinho. Depois do chilique de um comentarista quando anunciada a permanência de Kaká, agora é a vez das cenas de um tal “Chiambretti Night” rodarem o mundo.

Confesso que não faço a mínima idéia do que trata esse programa — vou esperar que algum leitor me explique, diretamente da Itália (Gladiatore?).

Mas, seja lá o que for, não dá pra negar que foi uma sacada e tanto juntar, em um só programa, uma striper e o classudo Fabio Capello. O técnico fica meio desconcertado enquanto a moça dança, tenta manter a pose habitual, mas também parece consciente de que mostrar desinteresse não vai pegar muito bem… Vejam só:

Ah, sim… para não sofrer a habitual acusação de Nelson Rubens do calcio, vamos deixar uma frase de Capello sobre futebol dita neste mesmo programa. Mais especificamente sobre o caso Panucci, tema do qual tratei dois posts abaixo: “Não tenho amigo entre os jogadores, com exceção de um, o Panucci. E acho que sua separação da Roma será definitiva”.  

Autor: Gian Oddi Tags: , , ,

terça-feira, 27 de janeiro de 2009 azzurra, opinião, política | 18:33

Sobre a polêmica, links

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Demorou, mas houve quem cogitasse cancelar o amistoso marcado entre Brasil e Itália por causa do asilo político que Tarso Genro e Lula — e aparentemente só eles — decidiram conceder a Cesare Battisti.

O caso é sério e delicado, como diz mestre Alberto Helena Jr, hoje, em seu blog. Muito já foi dito sobre o tema, e pouco a favor da decisão do governo brasileiro.

Mas os textos que considero mais significativos sobre o caso, contudo, são os de Mino Carta. Um deles, escrito antes mesmo de a decisão de Genro ser anunciada oficialmente. Outro, escrito mais recentemente, repercutindo matéria de capa da Carta Capital.

Por que os textos são os mais significativos sobre o caso? Não só porque a Carta Capital tratou do tema logo que Battisti colocou os pés no Brasil.  Não porque seu editor, por razões óbvias, conhece bem os temas ligados à Itália. Mas principalmente porque, a gente sabe, a revista não é exatamente uma das opositoras mais ferrenhas do Governo Lula.

Convenhamos: se até Mino e a sua Carta pensam assim…

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inter, milan, roma | 08:00

Notícias que…

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…a gente sabia que ia acontecer: “Milan negocia para prorrogar permanência de Beckham“.
Ele fez o seu (e belo) primeiro golzinho pelo clube neste final de semana, contra o Bologna. E tem jogado o seu bom futebol, que pode não ser nada de outro mundo mas também está longe de ser “só marketing” como tem tanta gente que adora dizer por aí. Diante de tudo isso, crescem os rumores sobre a tentativa de o Milan mantê-lo no elenco mesmo depois de março, quando termina o contrato de empréstimo com o Los Angeles Galaxy. Alguém tinha dúvida?

…a gente já viu acontecer: “Panucci briga com técnico e anuncia que deixa clube
Não é a primeira vez que ele briga com um técnico. Mas, dessa vez, a gente sabe que o fato de se recusar a ficar no banco da Roma não teve nada a ver com questões técnicas. O antipático (é ele próprio que se define assim) mas sincero lateral sabe que a decisão de Spalletti teve a ver, muito provavelmente, com o fato dele não renovar seu contrato. Assim, Panucci preferiu antecipar sua saída da Roma. À qual, na minha opnião, fará muita falta principalmente na Liga dos Campeões.
 
…a gente não aguenta mais ver acontecer:Adriano se recupera e se afunda em seguida
Ele começou 2009 fazendo gols, surpreendendo torcedores, técnico e diretoria da Inter. Mas antes mesmo de completar um dos jogos que marcou essa mais recente recuperação, a vitória por 1 x 0 sobre a Samp na última rodada, Adriano se mete em nova confusão, acertando um soco em um adversário, o que lhe custará três jogos de suspensão no Italiano. Para quem vinha numa boa fase e precisa de uma sequência de partidas para reconquistar tanta gente, é uma pena e tanto. Pena.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 azzurra | 15:34

Entra Felipe Melo; fica Amauri

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Não bastasse não ter sido convocado por Dunga para o amistoso da seleção brasileira contra a Itália, em fevereiro, o juventino Amauri ainda viu o treinador chamar Felipe Melo, da Fiorentina, pela primeira vez.

Não, eles não são inimigos, apesar de jogarem por times que protagonizam uma das principais rivalidades da Itália. E Felipe Melo tem feito por merecer: é um dos atletas que mais atuou pelo time de Florença nesta temporada e vem jogando muito bem, seja na marcação como na criação de jogadas.

Acontece que, ao convocar Melo, Dunga passa a mensagem que está atento àquilo que se passa em terras italianas. E mesmo assim ele prefere voltar a chamar Ronaldinho Gaúcho depois de três jogos (será exagero dizer que hoje Ronaldinho é reserva do Milan?) do que convocar Amauri.

Restaria a Dunga a argumentação de que Ronaldinho e Amauri são jogadores muito diferentes taticamente, o que é verdade: enquanto Ronaldinho, como Robinho, atua mais aberto, Amauri é um homem de área — setor para o qual o treinador não teria como deixar de lado Pato (em grande fase) e Luis Fabiano (seu salvador).

Dunga, contudo, escolheu argumentos errados para justificar a ausência de Amauri: entre eles o de que o brasileiro ”não foi bem nas últimas partidas da Juventus“. “Últimas” quanto, pergunto. Só se forem as últimas três. Mesmo número de jogos que, suponho, o levaram a reconvocar Adriano. 

Mas, justificativas à parte  — já disse aqui que Dunga age corretamente em não chamar Amauri se fizer isso só para estragar suas chances de jogar pela Itália —, acho que agora o atacante da Juve não tem mais dúvidas: se Lippi chamá-lo para Azzurra, ele irá sem titubear.

Como seu passaporte italiano não saiu, contudo, isso não deve acontecer para o amistoso de Londres. Pena. Porque, não dá pra negar, seria divertido vê-lo estrear justamente contra o Brasil de Dunga…

Autor: Gian Oddi Tags: , , ,

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009 charges, jogadores, roma | 16:02

Mais Roma, a pedidos

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Da rodada do fim de semana, como de costume, falo depois do jogos.

Agora vou aproveitar o belo trabalho de um leitor, o Arthur Fujii, para atender ao pedido de outro, o Juliano Colla. O Juliano pediu que eu escrevesse mais sobre Roma (há quem ache que eu falo muito, viu?), e só então me lembrei de uma bela charge que o Arthur me mandou há algum tempo, com todo o elenco romanista, e acabei esquecendo de publicar.

Na verdade, ele me mandou a versão original e também uma outra, publicada pelo jornal Il Romanista, onde constam os dados dos contratos dos atletas do clube. Portanto, vou preferir publicar essa segunda versão, com as informações contratuais.

Dei uma olhada e, acho, está tudo válido. Se alguém souber de mudanças recentes, por favor avise que relacionarei neste mesmo post, abaixo da charge — aliás, a propósito, Juan está muito perto de renovar seu contrato.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 milan, vídeos | 10:40

“Kaká fica”: um show de pieguice

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A respeito do post abaixo, Milton Trajano, nosso mestre das charges, acaba de me enviar o link do vídeo do programa em que Berlusconi anunciou a permanência de Kaká no Milan.

É patética, pra não dizer constrangedora, a comoção que fazem questão de exibir os milanistas da mesa. Depois de um chilique e meia dúzia de berros, um dos integrantes deixa a mesa por alguns minutos “por causa da emoção” (“não vou ficar quieto, estou contente!”, grita quando o apresentador pede que ele fique em silêncio antes de deixar o estúdio).

Pouco depois, as câmeras focalizam um outro convidado que saltita para comemorar a notícia.

Mais tarde, já no fim do vídeo, o “convidado emocionado” retorna à mesa. Com a voz embargada, fingindo segurar as lágrimas numa atuação perto da qual Keanu Reeves poderia ser considerado o melhor ator do planeta, ele solta um “Grazie, presidente” para Berlusconi. Em nome de todos os milanistas, diz.

Enfim, um divertidíssimo show de pieguice.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009 jogadores, milan | 16:30

Kaká, Berlusconi e seus valores

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Ah, o
Ah, o “carinho do público”…

No último sábado, nos vestiários do San Siro, depois de se aquecer em campo e antes voltar ao gramado para disputar a partida contra a Fiorentina pelo Campeonato Italiano, Kaká chorou. Emocionou-se com a reação da torcida milanista diante da sua até então “iminente” partida.

Não foi o fator determinante para sua permanência, claro. Mas foi uma prova a mais de que virar o maior ídolo de um dos maiores clubes do mundo tem um valor que dinheiro de árabe algum pode comprar. Kaká sempre foi assim, sempre manifestou o desejo de virar “um novo Maldini”. E sua reação, apesar do balde de dinheiro, não supreeende.

Segundo me informou há pouco seu assessor, o jogador recusou um salário anual de 20 milhões de libras por ano para jogar no Manchester City. Mas Diogo Kotscho, o assessor, imagina que a oferta ainda chegaria a  23 ou 24 milhões de libras — o que daria, vejam só, cerca de R$ 6,75 milhões por mês.

O Milan, por sua vez, perdeu 106 milhões de libras (o equivalente a 116 milhões de euros) num só “não”.

Silvio Berlusconi, ao saber da decisão do jogador, ligou para dois programas de televisão de grande audiência na Itália e, certamente pensando em aumentar sua popularidade, anunciou a permanência do jogador. Disse o seguinte: “Tínhamos oferecido a ele a possibilidade de levar em consideração a oferta e formar um patrimônio consistente (quanta generosidade…). Mas ele tem valores mais importantes na vida!”.

Minha conclusão? Apesar de tentar sair como mocinho da história, Berlusconi deve estar arrancando os poucos cabelos que lhe restam. Afinal, a gente sabe, seus valores não são lá muito parecidos com os de Kaká…

só rotina
Acenos e abraços depois do jogo de sábado: nada mais que rotina para Kaká no Milan

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