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quinta-feira, 10 de julho de 2008 Sem categoria, entrevistas, imprensa, jogadores, milan | 18:02

De volta, com Kaká

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Eu voltei, agora pra ficar. Eu voltei, porque aqui é o meu lugar…

Foram 15 dias de ausência “forçada”, pela qual peço desculpas, mas enfim o novo iG Esporte está no ar. Embora carecendo de alguns ajustes, totalmente renovado, com cara e conteúdo novos, incluindo as fichas sempre atualizadas de todos os jogadores do Brasileirão. Confiram, porque é essa minha “desculpa” pela longa ausência.

Na estréia do site, para quem não viu, publicamos uma entrevista exclusiva com Kaká, que fiz ao lado de Ricardo Kotscho.

Foto: Flávio Torres

Kaká, em entrevista exclusiva ao iG Esporte

Na entrevista, como não poderia deixar de ser, Kaká falou muito sobre a Itália e o futebol italiano, e são alguns desses trechos, que acabaram repercutindo na Gazzetta dello Sport, que repoduzo abaixo. Se preferir ler a entrevista na íntegra, clique aqui.

Algumas das frases:

“Hoje eu já sou um referencial importante no Milan. Mas me tornar o capitão, esse é meu próximo objetivo. E se eu continuar minha carreira na Itália, continuar no Milan, gostaria de no final fazer alguma coisa vinculada ao clube.”

“Acho que o Milan precisa mesmo de uma renovação, e todas as vezes que me perguntam eu falo isso lá dentro. Porque o que aprendi lá no Milan foi que é preciso passar a mentalidade vencedora dos jogadores mais experientes para os mais jovens. Você não sabe até quando o Maldini vai jogar, até quando o Seedorf vai jogar… Então, você aproveitar e tirar o máximo desses jogadores é interessante. Eu aprendi com eles. A receita é mesclar, e todo mundo lá tem essa consciência. Eles acham que perderam um pouco o tempo de começar a renovação desse grupo.”

“Desde que saiu o Shevchenko do Milan, a gente começou a jogar comigo um pouco mais adiantado: 4-4-1-1. Eu era esse penúltimo. Aí comecei a jogar daquela maneira, o time começou a ir bem. Eu não gostava, tinha que jogar de costas pro gol, não tinha essa referência”

“Eu falei para ele (Carlo Ancelotti): ‘Pô, eu tenho que ficar jogando de costas pro gol. Eu não gosto de jogar de costas pro gol, já falei isso!’. Aí ele respondeu ‘Eu não te mandei jogar ali’, e eu respondi: ‘Bom, mas querendo ou não estão me empurrando para jogar naquela posição ali’. Mas hoje eu já me adaptei. A situação é diferente.”

“Eu amo a Itália. Gosto muito, e hoje sou um italiano também. Peguei a cidadania da minha esposa e não sou mais um extra-comunitário dentro da Itália. Então meu filho vai ter essa possibilidade de ter essa dupla cidadania. Virá para o Brasil toda vez que a gente vier, mas vai crescer na Itália. Ele já tem nome italiano (risos).”

Autor: Gian Oddi Tags:

quinta-feira, 26 de junho de 2008 Sem categoria, azzurra, milan | 13:22

vocês comentam?

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O motivo, eu já disse, é o novo canal de esportes que o iG em breve lançará. O fato são essas longas e indesejáveis ausências, que tão logo o novo canal saia, eu prometo, cessarão.

Mas mesmo sem tempo para comentar, queria deixar aqui duas “notícias” (não sei bem se a primeira pode ser classificada assim) da agência Ansa para os comentários de vocês. Pode ser?

PAOLO MALDINI COMPLETA 40 ANOS DE IDADE

MILÃO, 26 JUN (ANSA) – “Parabéns de coração, capitão” foi a mensagem enviada pelo Milan, através de seu site, desejando feliz aniversário ao jogador Paolo Maldini, que festeja seus quarenta anos de vida nessa quinta-feira.

O jogador, símbolo do clube de Milão, irá comemorar a data em Miami, onde passa férias com a família.

Após 23 anos de carreira e 1.009 partidas oficiais, o jogador decidiu continuar ativo por mais uma temporada, sempre com a camisa do Milan, única equipe na qual jogou em toda sua carreira como profissional.

e

DONADONI NÃO É MAIS O TÉCNICO DA SELEÇÃO ITALIANA

ROMA, 26 JUN (ANSA) – Roberto Donadoni não é mais o técnico da seleção da Itália, comunicou nesta quinta-feira a Federação Italiana de Futebol (FIGC) ao final de uma longa reunião entre seu presidente, Giancarlo Abete, e o comandante da equipe desde julho de 2006.

“O presidente Abete recebeu hoje na sede da FIGC o técnico da seleção, Roberto Donadoni. No decorrer do encontro, como anunciado, foi feito um balanço da atividade desenvolvida nos últimos dois anos e no andamento dos campeonatos europeus”, disse a FIGC em um comunicado divulgado à imprensa.

“Ao confirmar a Donadoni sincera estima pessoal e respeito pela seriedade e o empenho profissional que marcam seu trabalho no comando da seleção, o presidente Abete também comunicou ao técnico a decisão da FIGC de dar como finalizada a relação contratual”, continuou a nota.

* Atualizando: e Marcelo Lippi está de volta.

Autor: Gian Oddi Tags: , ,

domingo, 22 de junho de 2008 Sem categoria, azzurra, charges | 19:57

arrivederci

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Bom… Pelo menos ganhei o almoço a ser pago pelo barão Polanco, do Buela de Capotón. Passou a Espanha, como era justo que acontecesse.

Mas fica um aviso aos navegantes: este blog ainda não decidiu a quem dará seu apoio daqui para frente. Buela de Capotón e Blog do Alemão travam disputa acirrada nos bastidores. Mas a Rússia de Arshavin, dizem fontes, deve levar a melhor na busca desse importante apoio.

E por ora — porque é meu plantão aqui na redação do iG e não posso me alongar — deixo apenas o humor de Milton Trajano e sua charge Casillas x Buffon. Amanhã falamos mais sobre o tema.

Autor: Gian Oddi Tags: ,

quinta-feira, 19 de junho de 2008 Sem categoria, azzurra, fotos | 12:48

uma fotonovela

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Depois de, segundo a Gazzetta, uma atuação nota 7 contra a França (eu daria uns 6,5), Cassano resolve comemorar a classificação de zorbinha algodão, desagradando a gregos, troianos, homens e mulheres. “Se era pra fazer isso, não podia ser o Buffon, o Cannavaro, o Toni, o Zambrotta ou até o Gattuso?”, reclamou uma amiga. (Reuters)

<img src=”http://colunistas.ig.com.br/abolanabota/files/2008/06/cassanounhareu.jpg”
Corpinho devidamente exibido, depois da euforia, Cassano aproveita a folga e a tranquilidade da vaga garantida para… fazer as unhas. (Reuters)


Mas eis que surge o vilão. Luis Aragonés, técnico da Espanha, diz o seguinte sobre Pirlo e Gattuso, desfalques italianos para as quartas-de-final da Euro: “Admito que Pirlo seja um grande jogador, mas discordo de que Gattuso também seja. A Itália tem vários Gattusos, mas apenas um Pirlo. Se Gattuso for um grande jogador, eu sou um padre”. (Reuters)


Cassano, inconformado com as declarações do técnico rival, tentar à força tirar uma resposta da boca de Gattuso. Para sorte do volante, havia feito as unhas. (AP)

Tá bom, tá bom… eu paro. Prometo que não faço mais.

Autor: Gian Oddi Tags: , ,

Sem categoria, azzurra, imprensa | 11:17

o que foi, o que vem… e a aposta

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O QUE FOI
>> Com atraso, as notas da Gazzetta para o jogo contra a França: Buffon 7, Zambrotta 7, Panucci 7, Chiellini 6,5 e Grosso 6,5; Gattuso 7 (Aquilani s/n), De Rossi 8, Pirlo 8 (Ambrosini 6,5) e Perrotta 6,5 (Camoranesi 6,5); Cassano 7 e Toni 6,5.

>> E que tal Domenech pedindo a mulher em casamento na coletiva depois da derrota? Não comentei aqui ainda, mas, para mim, a atitude simboliza a prepotência do técnico francês. Ao usar a mulher para tirar o foco da derrota, apesar da pífio desempenhho na Euro e da saída quase certa, o bicho manteve a pose, elogiou o futebol (qual?) jogado por sua equipe e ainda disse que o foco é 2010. Sério…

O QUE VEM
Agora, olhemos pra frente e falemos do confronto contra a Espanha:

>> Primeiro, reproduzo aqui uma frase do Barão Juan Polanco em seu Capotón, sobre o fato de o técnico espanhol Luis Aragonés ter dito que “a Itália não é exatamente o adversário que queríamos enfrentar”. Diz Polanco: “Você pode tentar me convencer de que foi só uma questão de sinceridade, essa ninfa supervalorizada, mas eu simplesmente não consigo ver benefício no fato de um treinador admitir um negócio desses em público – e o público inclui seus 22 comandados”.

>> Estou de acordo com Polanco. Neste jogo psicológio que antecede a partida, a Espanha, pelo futebol que jogou, deveria assumir sua condição de melhor equipe (coisa que Cesc Fábregas fez hoje, diga-se) e tentar neutralizar assim essa paúra da camisa azzurra, que o diário Marca não escondeu em sua edição de ontem:


“Itália, não esquecemos disso”, “14 anos depois, enfrentaremos nas quartas a nossa ‘bestia negra’”, “Estamos há 88 anos sem ganhar deles”, lembra o Marca.

>> Curioso é que, enquanto o diário espanhol publicou um misto de paúra e estimulo a uma revanche — lembrando inclusive que Tassotti, responsável pela fatídica cotovelada em Luis Henrique na Copa de 1994, estará no banco domingo —, a Gazzetta dello Sport preferiu repercutir apenas a paúra espanhola, “editando” a reprodução da capa do Marca e exibindo apenas parte da manchete que diz “Itália, esto no” (dando assim a impressão de que os espanhóis teriam publicado algo como ‘Ah não, justo a Itália!?’).

E A APOSTA
>> Mas o fato mais relevante nesses bastidores psicológicos do jogão de domingo é que Juan Polanco, numa tática maquiávelica, fez como Aragonés (apesar de criticá-lo), assumiu o favoritismo da Azzurra e desafiou-me publicamente para uma aposta (com vinho incluso) em seu blog.

Pois eu digo ao Polanco: apesar de a Itália ter mesmo muito mais camisa, dessa vez a Espanha é a favorita porque, ao contrário da França, tem jogado muito bem. E não estou aqui repetindo sua tática. Para provar, disponho-me até a inverter a aposta: se a Espanha passar, você paga. Se a Itália avançar, pago eu.

De qualquer forma, qualquer que seja sua escolha, a aposta está aceita, porque não sou de fugir de desafios públicos. Só não abro mão de que o almoço seja aqui do lado, no Fornaio D’Itália. Nada contra Paella, sabe? Mas é que, na hora de comer, a Itália será sempre a minha favorita!

Autor: Gian Oddi Tags: ,

terça-feira, 17 de junho de 2008 Sem categoria, milan | 19:26

Massaro já sabia

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Alguém lembra quem morreu em Imola na véspera da morte do Ayrton Senna? E quem lembra quem mais perdeu pênalti na decisão da Copa do Mundo de 1994 além do Baggio?

Daniele Massaro lembra. De Roland Ratzenberger porque já era um aficionado por Fórmula 1 em 1994. E dos pênaltis do Mundial daquele mesmo ano, porque ele foi um dos três que perderam. O terceiro foi o zagueiro Baresi.

O ex-atacante do Milan e da seleção italiana está de passagem pelo Brasil. Hoje ele é uma espécie de Leonardo no clube, ou seja, funciona como um relações públicas internacionais e está divulgando o Milan Junior Camp.

Entre entrevistas para ESPN Brasil, Globo, Band e tantas outras – amanhã ele vai participar ao vivo do Tá na Área, do Sportv, antes de Brasil e Argentina -, Massaro encontrou meia hora para conversar comigo.

Claro que me interessei pelas ações de marketing do Milan pelo mundo. Quis saber sobre os 2,5 milhões de reais que o clube está investindo no Brasil em 2008. Ele contou do Milan Lab que pode vir para cá dentro de dois anos. Se divertiu falando do parque temático cheio de atrações para crianças de todas as idades (a réplica inflável do San Siro é irresistível).

Mas o assunto de que ele fala com mais paixão é, como não poderia deixar de ser, o golfe.


O cara é presidente do clube de jogadores de futebol golfistas da Itália. Parece brincadeira (e também é), mas a associação consegue arrecadar mais de 150 mil euros (quase 500 mil reais) todos os anos para doar a hospitais infantis. Os adversários habituais de Massaro: Ronaldo (“poderia melhorar um pouco”), Van Vasten (“melhor que no futebol”), Maradona, Zico, Platini, …. quer mais?

Sobre o talento de Van Basten: “também, com aquele joelho sempre quebrado ele tinha mais tempo pra jogar golfe, enquanto o restante de nós estava treinando futebol”.

O Milan Golf Tour, criado por Massaro, além de ser meu mais novo objetivo de vida, roda o mundo promovendo partidas de golfe com a participação de jogadores de futebol, ex-craques, celebridades locais e, de buraco em buraco, junta o dinheiro para hospitais infantis e ainda deixa o Milan com uma boa imagem danada por onde passa.

Antes de encerrar a entrevista, ainda pela manhã de hoje, deu tempo de perguntar o que ele esperava para o jogo da Itália contra a França: “Rob (Donadoni) sabe o que faz, mas não está mais nas mãos dele, depende dos jogadores. Eu acredito que vai passar, aquela derrota para a Holanda foi mentirosa, validaram um gol impedido deles e anularam um gol legal nosso”.

Massaro já sabia.

Autor: Gian Oddi Tags: ,

Sem categoria, azzurra, charges | 19:06

Au Revoir les Enfants

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Pronto. Foi-se a França, do chato do Domenech (gosto de repetir isso, confesso). A Itália vai às quartas-de-final contra a Espanha e, se passar, mantida a lógica, deveria enfrentar a Holanda, que vem jogando o melhor futebol da Eurocopa e a quem os italianos devem, também, a sua vaga.

Mas a Itália, que pela camisa poderia ser apontada como favoritíssima tanto contra os espanhóis como contra os holandeses, não o é. E nem por isso é o caso de demonizar o técnico Roberto Donadoni, que já errou e acertou nessa Euro.

Até porque, convenhamos, se algumas de suas escolhas durante esses três jogos passados foram bem questionáveis, o futebol que se viu em campo não foi, em nenhum dos três jogos, daquele sofrível que a Itália não raro costuma exibir nas primeiras partidas das grandes competições que disputa.

Hoje, no fim do primeiro tempo, o amigo Maurício Teixeira dizia por MSN que “A Itália nunca atacou tanto nos útimos dez anos”. Brincando, discordei lembrando dos 15 minutos do segundo tempo da semifinal da Copa contra a Alemanha, embora concordasse que no primeiro tempo os italianos poderiam já ter resolvido a parada (o que houve com o Toni!?) — para isso pesou muito o homem a mais, diga-se.

Mas o que se viu no segundo tempo, apesar do jogador a mais, foi uma pressão evitável mas normal de uma (fragilizada, né?) França que precisava vencer a qualquer custo. Os franceses não chegaram lá — graças também, de novo, a uma excepcional defesa de Buffon —, e De Rossi, um dos melhores em campo e de quem Donadoni abriu mão no primeiro jogo, ainda marcou o segundo gol num lance de sorte.

E agora? Depois de sua primeira vitória e melhor partida na Euro, Donadoni manterá a equipe para enfrentar os espanhóis? Não, porque não poderá. Gattuso e Pirlo estão suspensos e, em seus lugares, Ambrosini e Aquilani devem começar jogando ao lado de De Rossi — tanto que os três terminaram, juntos, o jogo desta terça.

Não acho que as mudanças comprometam — pelo contrário, aposto muito em Aquilani. E não acredito em outras mudanças, embora não goste de Perrota nessa função de armador. Mas a verdade é que, com exceção de Aquilani, que já vai jogar, não há no elenco atual alguém que possa desempenhar essa função muito melhor (Camoranesi, talvez um pouco). E antes que alguém se apresse em me contestar, Del Piero não joga como meia há quase uma década.

Vou parar por aqui, sem fazer previsões nem perguntas. E, sobretudo, sem dizer que “quando a Itália passa de fase desse jeito etc etc etc”. Isso todo mundo já disse. E aliás, é bom que se diga, nem sempre é verdade.

Autor: Gian Oddi Tags:

segunda-feira, 16 de junho de 2008 Sem categoria, azzurra | 12:43

donadoni lab

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Roberto Donadoni parece mesmo convicto a não ter convicções nessa Eurocopa e continuar seu laboratório em plena competição. Porque, segundo especula a imprensa italiana, o time deve mudar de novo para enfrentar os franceses. Jogadores sacados da segunda partida podem voltar; outros como Pirlo podem perder vaga; e terceiros, como Cassano, podem entrar pela primeira vez como titulares.

Uma escalação bem especulada, agora, é a seguinte:

Buffon, Zambrotta, Panucci, Chiellini e Grosso; Gattuso, De Rossi e Ambrosini; Cassano, Toni e Di Natale.

Não vou julgar, pelo menos até que o time seja confirmado (até o fim do dia devemos ter novidades).

Mas vou julgar, isso sim, o espírito correto com que o técnico da França, o chato do Domenech, tem encarado o jogo: “Já estamos praticamente fora da Euro. Mas mesmo assim precisamos deixar o torneio de cabeça alta, com uma vitória sobre a Itália”. Domenech, no fim das contas, quer atribuir um espírito de revanche da final da Copa para estimular seus jogadores.

Perfeito. É a melhor tática para fazer com que seus jogadores se esqueçam que, para se classificar, a Romênia não pode derrotar a Holanda. Até porque, embora Nistelrooy garanta que “a Holanda vai ganhar”, não é tão fácil acreditar nisso com o time holandês que entrará em campo recheado de reservas — o próprio Nistelrooy, que garante vitória, não poderá fazer muito por isso no banco…

Autor: Gian Oddi Tags: ,

sábado, 14 de junho de 2008 Sem categoria, le ragazze | 21:12

só uma dica

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Esqueci de indicar aqui o blog “Um brasileiro na Eurocopa”, do meu amigo Rogério Andrade — o mesmo do blog-irmão Thank God for Football, sobre futebol inglês.

O blog, com bastidores e arredores dos jogos da Euro, está muito legal. Como aperitivo, escolhi a foto abaixo. Foi a “mais italiana” que encontrei. ; )
Para ir ao blog do Rogério, é só clicar aqui.

Autor: Gian Oddi Tags:

sexta-feira, 13 de junho de 2008 Sem categoria, azzurra, charges | 18:02

a complexa matemática da euro

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Fiz a contas para saber exatamente do que a Itália vai precisar na última rodada, considerando todas as possibilidades de resultados contra a França (vitória, empate e derrota). E as contas não são tão simples como estão dizendo por aí. Reparem:

Se perder da França
Estará fora da Euro. Porque continuará com um ponto, e tanto Holanda como França terão mais do que isso.

Se empatar, e a Romênia empatar ou vencer a Holanda
Estará fora da Euro, porque Romênia e Holanda avançarão.

Se empatar por 0 x 0, e a Romênia perder da Holanda
Precisará que os romenos percam por 3 x 0 (nesse caso o desempate iria para o “coeficiente Uefa”, que não convém explicar aqui) ou por mais de 3 gols de diferença. A França seria carta fora do baralho por não ter feito nenhum gol nos jogos contra romenos e italianos.

Se empatar com gols, e a Romênia perder da Holanda
Aí a itália avança, porque terá feito mais gols que Romênia e França nos confrontos considerando apenas estas três seleções.

se vencer a França
A Itália avança independentemente da diferença de gols, contanto que a Romênia não ganhe da Holanda.

Tá certo, vencer a França é possível. Mas depender dos outros é sempre muito ruim. Até porque, muito provavelmente, a Holanda, já classificada em primeiro do grupo, deve escalar um time reserva para enfrentar os romenos.

Ou será que, em nome dos bons tempos de Milan, Van Basten vai dar uma forcinha para Donadoni?

Autor: Gian Oddi Tags:

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