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segunda-feira, 12 de novembro de 2007 Sem categoria, azzurra | 20:13

Um pouco de futebol

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Ontem, por motivos óbvios, futebol não foi tema aqui. Mas a seleção italiana foi convocada para o decisivo jogo contra a Escócia, pelas Eliminatórias da Eurocopa de 2008. Apesar de a matemática ainda não dizer isso, a questão é simples: se empatar em Glasgow, a Itália irá à Euro. Se perder, não.

Veja quais os convocados e diga qual o melhor time para ir à campo sábado.

Goleiros
Amelia (Livorno), Buffon (Juventus) e Curci (Roma).

Defensores
Barzagli (Palermo), Bonera (Milan), Cannavaro (Real Madrid), Chiellini (Juventus), Grosso (Lyon), Oddo (Milan), Panucci (Roma) e Zambrotta (Barcelona).

Meio-campistas
Ambrosini (Milan), Camoranesi (Juventus), De Rossi (Roma), Gattuso (Milan), Perrotta (Roma) e Pirlo (Milan).

Atacantes
Di Natale (Udinese), Gilardino (Milan), Iaquinta (Juventus), Lucarelli (Shakhtar), Palladino (Juventus), Quagliarella (Udinese) e Toni (Bayern Monaco).

Não tenho certeza, mas acho que escalaria uma equipe experiente e que não tem nenhuma chance de ir à campo. Um time com dois laterais-esquerdos. Parece absurdo? É essa a equipe do professor Oddi:

Buffon, Oddo, Panucci, Cannavaro e Grosso; De Rossi, Gattuso, Pirlo e Zambrotta; Di Natale e Toni. Gostou? Qual a sua?

Autor: Gian Oddi Tags:

fora dos campos, opinião | 19:58

Respostas e comentários

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Ainda sobre a atitude de Seedorf (obrigado pela informação, Gilson), foi mesmo o que pensei: o holandês, ao se recusar a usar o luto, não quis “prestar homenagem” ou se posicionar diante de um fato do qual ainda não tinha conhecimento. Fez bem. E ainda aproveitou para criticar essa onda de “manifestações” do gênero. Buffon também foi bem ao não amenizar a culpa dos Ultràs: “a morte do torcedor foi um pretexto para a violência”, disse.

Tanto é assim que a revolta contra a imprensa (citada no comentário do Edivan) é absolutamente inexplicável. Nenhum dos ‘rebeldes’, em momento algum, soube explicar com coerência as agressão à sede da RAI, ao Coni ou aos jornalistas que se aproximavam das confusões. A revolta contra os policiais, ainda que a generalização seja estúpida, pelo menos tinha uma motivação — o assassinato de Gabriele.

Sobre seu comentário, Renato, não acredito que tenha sido dada pouca importância à morte do torcedor. Nada pode ser mais grave que a perda de vidas, claro. Mas, ao contrário de toda a repercussão violenta no estádios e ruas, a morte foi causada pelo erro de uma única pessoa, que certamente será punida. Pensando no futuro, bem mais preocupante é ver a quantidade de pessoas que agiram como animais nesse episódio. Não?

Autor: Gian Oddi Tags: , ,

Sem categoria, campeonato italiano, fora dos campos, fotos | 00:17

Futebol, morte e ‘guerra civil’

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Houve uma rodada do Campeonato Italiano no fim de semana. Sete jogos foram disputados; três, não. Deixarei os sete de lado.

O fato
Gabriele Sandri, um conhecido DJ italiano de 28 anos, foi assassinado quando viajava de Roma a Milão para assistir a um jogo do seu time, a Lazio, contra a Inter. Gabriele estava dentro do carro quando foi alvejado por um policial. Embora as especulações sejam infinitas (e como sempre irresponsáveis), ainda não se sabe bem porque o polícial atirou. Se mirou no carro de Sandri ou não. Sabe-se apenas que havia uma briga entre torcedores da Lazio e da Juventus nas proximidades da bela cidade de Arezzo, onde estavam Gabriele e seus amigos naquela hora.


Gabriele Sandri (AFP)

Pronto. Esse é o fato. E é tão lamentável quanto é desnecessário classificá-lo assim. Mas, como em geral acontece em casos similares (e infelizmente cada vez mais corriqueiros) na Itália, há motivos de sobra para crer que o culpado — ainda que seja o policial — será punido.

A “guerra civil”
Também lamentáveis, contudo, foram as consequências do episódio nos campos de futebol do país. Agora, ‘profetas do acontecido’ defendem naquelas inócuas e indignadas mesas-rendondas de futebol da TV italiana (trata-se de um mal mundial) que os demais jogos da rodada deveriam ter sido suspensos imediatamente.

Não quero parecer insensível, mas… por que? Porque alguém havia levado um tiro em uma estrada? No momento do início dos jogos, era só o que se sabia. As circunstâncias, as causas e os culpados do assassinato não eram conhecidos — como não são, em boa parte, até agora.

Acontece que os Ultràs queriam o cancelamento dos jogos (os “Ultràs”, vale explicar, são a versão italiana das nossas torcidas organizadas). Tal como seus irmãos tupiniquins, não primam pelo bom senso nem pela inteligência. Prepotentes, violentos e em geral covardes, orgulham-se por julgar e executar suas próprias “leis” com tacos, pedras, bombas e bandanas cobrindo os rostos. Foi o que fizeram neste domingo. Decidiram que a polícia era culpada. E por isso, em algumas cidades, decidiram que os jogos não aconteceriam.


Torcida da Atalanta ‘exige’ fim do jogo (Reuters)

Atlatanta x Milan foi interrompido ainda no início, o que não impediu brigas fora do estádio de Bérgamo. Já na capital, onde a Roma jogaria com o Cagliari, a partida foi suspensa antecipadamente. Mas isso não bastou. Pelo contrário: foi justamente lá que torcedores de Roma e Lazio, eternos rivais, se uniram para quebrar carros e vespas (provavelmente, em alguma medida, um idiota quebrou o veículo do outro), invadir e incendiar ônibus, carros, postos policiais e até a sede Comitê Olímpico Italiano.

O cenário é de guerra civil. E não sou eu, mas a própria imprensa italiana a classificá-lo assim.


Roma, na noite de domingo (AP)

Seedorf e a RAI
Quando a morte do torcedor foi confirmada, ainda no início do domingo, a Federação Italiana decretou luto nas partidas do campeonato nacional. E todos os jogadores, exceto Clarence Seedorf, do Milan, entraram em campo com uma faixa no braço. Ainda não sei o motivo da atitude do holandês (se alguém souber, me diga), mas, no mínimo, ele mostrou personalidade. Porque, na Itália, não é raro jogadores aderirem a manifestações de todo tipo sem o mínimo conhecimento dos fatos, de suas causas e consequências.

Algo de bom? Criativa e sábia foi a edição de imagens da TV italiana depois da suspensão de Atalanta x Milan. Em vez de apenas repetir as imagens de violência ou de incitações, a TV mostrava crianças desapontadas com o desfecho da situação. Um garoto, de cabeça baixa, chutava alguns papéis na arquibancada já vazia; outro guardava, triste, o cachecol com o nome do time; um terceiro chorava desesperadamente (e pode até ser que chorasse por birra ou fome, mas as imagens assim não davam a entender). E assim, no meio de tanta estupidez, a edição nos lembrava o que move — ou pelo menos deveria mover — o futebol.

O passado e o futuro
Vale lembrar que, em fevereiro, um policial foi assassinado por torcedores antes de Catania x Palermo. As mesas-redondas indignadas eram infinitas, os culpados foram econtrados e estão sendo julgados, diversas medidas anti-violência (que pareciam eficientes) foram tomadas nos estádios, certas partidas passaram a ser “vetadas para torcedores visitantes” e, mesmo assim, a violência continua. Porque alguns idiotas, para serem violentos, precisam de um espaço mínimo. E um pretexto; não um motivo.

Não será o caso de parar com o futebol na Itália por um ano? Comente abaixo.

Mais sobre o tema no iG Esportes:
• Policial diz que tiro foi acidental
• Políticos italianos estudam novas medidas contra violência
• Campeonato Italiano pode ser suspenso após incidentes
• Presidente mostra preocupação com morte de torcedor
• Prefeitura busca responsáveis por confusão em Atalanta x Milan
• Imprensa alemão comenta morte de torcedor na Itália
• Mensagens revoltadas aparecem no local onde o torcedor trabalhava
• Câmara italiana pede ‘verdade’ na apuração do assassinato
• Policial é indiciado por homicídio culposo
• Amigos de torcedor morto se manifestam em Roma
• Para Buffon, morte de torcedor foi pretexto para violência
• Encontrada cápsula da bala que matou torcedor
• VEJA GALERIA DE FOTOS DAS CONFUSÕES PELA ITÁLIA

Autor: Gian Oddi Tags: ,

sexta-feira, 9 de novembro de 2007 fora dos campos | 17:46

34.217.855,25…

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…de euros é o que Maradona, segundo a agência Ansa, deve ao fisco italiano.

Diz a Ansa que “o procedimento foi ativado depois que o astro recebeu 78 mil euros para participar do programa de auditório Ballando con le Stelle (dançando com as estrelas, em tradução livre), supostamente sem pagar um euro de imposto”.

Ou seja: pagar o micão da foto abaixo (AP) naquele programaço da RAI custou caro. Dieguito dançou duas vezes — e não só literalmente.

Autor: Gian Oddi Tags: ,

campeonato italiano, imprensa, jogadores | 11:58

Os papões do futebol italiano

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A nota abaixo, baseada numa relação publicada pelo jornal La Gazzetta dello Sport, é ‘espólio’ dos meus tempos de Placar. Mas aqui, sem limitações de espaço, publico um pouco mais, incluindo (lá no fim) a relação dos salários dos jogadores dos quatro times mais ricos da Itália:

Que Kaká é o jogador com o melhor salário do futebol italiano — 6 milhões de euros líquidos — quase todo mundo já sabe. Afinal, quando o jornal publicou a relação dos salários de todos os jogadores da Série A, a imprensa brasileira divulgou o fato com estardalhaço por aqui. Mas existem outros dados bem mais curiosos:

• Com seus salários líquidos, Kaká e Totti, os dois jogadores mais bem pagos da Série A, poderiam sustentar a folha de pagamentos (bruta) de todo o time do Cagliari. Juntos, os dois recebem 11,45 milhões de euros — a diretoria do time da Sardenha gasta 11 milhões com seus atletas.

• A seleção de brasileiros mais bem pagos da Itália é a seguinte:
1 – Dida (Milan) – 4
2 – Cafu (Milan) ou Maicon (Inter) – 2
3 – Digão (Milan) – 1
4 – Juan (Roma) – 1,73
6 – Serginho (Milan) ou Maxwell (Inter) – 2
5 – Emerson (Milan) – 3,2
8 – Taddei (Roma) – 1,15
11 – Mancini (Roma) – 1,45
10 – Kaká (Milan) – 6
7 – Adriano (Inter) – 5
9 – Ronaldo (Milan) – 4

• Já a seleção dos mais ricos do Campeonato Italiano só tem um brasileiro:
1 – Buffon (Juventus) – 5
2- Kaladze (Milan) – 4
3 – Samuel (Inter) – 4
4 – Nesta (Milan) – 4
6 – Chivu (Inter) – 3,5
5 – Seedorf (Milan) – 4
8 – Pirlo (Milan) – 4
7 – Vieira (Inter) ou Gattuso (Milan) – 4
10 – Totti (Roma) – 5,46
11 – Kaká (Milan) – 6
9 – Ibrahimovic (Inter) – 5

• O zagueiro Digão, irmão de Kaká, recebe o piso salarial do Milan (1 milhão), mas ganha mais do que jogadores da seleção italiana como os atacantes Di Natale (0,65) e Quagliarella (0,55), ambos da Udinese. Na Itália, não falta quem diga que o salário é uma forma de pagar mais a Kaká sem extrapolar o teto salarial do time.

• 666 milhões de euros é o valor bruto gasto pelos clubes da série A italiana com os salários de jogadores. Só os quatro principais times do país gastam 386 milhões: Milan (120), Inter (110), Juventus (97) e Roma (59). As outras 16 equipes, juntas, gastam bem menos: 280 milhões.

• 49,60 milhões de euros líquidos é o que recebem os 36 brasileiros na lista. Desse total, 75% (37,2 milhões) são pagos por Milan (24,2) e Inter (13).

E aí? alguém das listas ganha muito para jogar pouco ou pouco para jogar muito?

Autor: Gian Oddi Tags: , , ,

terça-feira, 6 de novembro de 2007 milan | 19:48

Efeito Ronaldo no Milan?

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Será que a simples aproximação da volta de Ronaldo aos campos despertou os até pouco tempo sonolentos atacantes do Milan? Primeiro foi Gilardino, que voltou a marcar pelo Italiano.

Mas hoje, na Liga contra o Shakhtar, Gila voltou a jogar nada. E Inzaghi entrou no segundo tempo. Resultado? Inzaghi fez o 1 x 0 do Milan, deu o passe para o belo gol do 2 x 0 de Kaká e faz o terceiro, num presentaço do mesmo Kaká.

Ronaldo, gelando no banco, só comemorou. Talvez jogue contra a Udinese, talvez não. Mas, se hoje nem Gilardino e nem Inzaghi parecem ter condições de fazer concorrência a um Fenômeno em forma, o mesmo não deve se aplicar a um empolgado Pato — o garoto estréia em janeiro.

No esquema de um só atacante de Ancelotti no Milan, seria legal para Ronaldo voltar antes do “início” de Pato.

E o Milan, bem ou mal, vai indo. Apesar de toda a crise, já abre três pontos de vantagem no seu grupo. Alguém apostaria uma bolada para dizer que o atual campeão não tem chances nesta Liga? Eu não.

Aliás, é bom lembrar — eu não me envergonho — foi no Milan meu palpite para campeão da Liga de 2008 no último Guia dos Europeus da Placar. Porque, como disse o Rogério, editor de arte da revista, esse é o “palpite mais fácil”. Ou pelo menos era.

E a Lazio vive
E os romanos, quem diria, seguem vivos depois da vitória por 2 x 1 sobre o Werder. Rocchi desperdiçou um pênalti, mas marcou no rebote do mesmo e depois, para compesar, ainda fez um outro. Dois brasileiros foram expulsos: Cribari e Diego.

A Lazio agora tem 5 pontos, está no segundo lugar ao lado do Olympiacos — o Real tem 8. Mas os italianos tem vantagem de ainda pegar os gregos em casa…

Autor: Gian Oddi Tags: , ,

segunda-feira, 5 de novembro de 2007 fora dos campos, roma | 18:23

Haverá um setorista de Totti?

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E voltemos a Francesco Totti. Deve ser comum daqui para frente. Porque, aqui na redação do iG, recebemos por email notícias da agência italiana Ansa. E estou me convencendo — quase posso jurar — que a Ansa tem um repórter destacado apenas para cobrir assuntos relacionados ao capitão romanista.

Dêem uma espiada na notícia quentinha, que acaba de chegar:

Composição minimalista tocada por pianistas homenageia Francesco Totti

ROMA, 5 NOV (ANSA) – O italiano Francesco Totti, capitão e ídolo da Roma, vai receber amanhã à noite uma homenagem bem particular para um jogador de futebol. O grupo Piano Circus, formado por seis pianistas ingleses que tocam composições a 12 mãos, executará uma obra do compositor inglês pós-minimalista Graham Fitkin inspirada em Totti.

“Oh capitano, mio capitano” foi escrita em 2004 e remete ao swing do jazzista norte-americano Glenn Miller, sob o filtro dos ensinamentos de Steve Reich, pioneiro do minimalismo. O resultado é uma cintilante linha sonora que desliza sobre uma base rítmica repetida. Fitkin também reformulou sua composição para outras ocasiões e formações, como piano solo, teclado, conjunto misto etc.

Quer ler a notícia inteira? Então, clica aqui.

Autor: Gian Oddi Tags: , ,

mercado | 13:49

Goleiro do Palmeiras será o da Lazio?

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Ballotta falha: seu lugar pode ser de Cavalieri (foto AFP)

O goleirão Ballotta, da Lazio, é até um bom goleiro. Mas, aos 43 anos, cometeu uma falha bizarra no jogo de sábado (veja vídeo), contra a Fiorentina, pelo Campeonato Italiano. Para tentar evitar um escanteio depois de um recuo sem vergonha do zagueiro brasileiro Cribari, ele deixou a bola nos pés do atacante Pazzini, que fez o gol do 1 x 0 final.

Nem tanto pela falha, mas principalmente pela idade bem avançada (até para um goleiro), a Lazio já queria contratar outro jogador para a posição antes do início da temporada. Uma fonte bem quente do Palmeiras me disse que, na última pré-temporada, foi por questão de dias que o goleirão palmeirense Diego Cavalieri não foi negociado com a equipe da capital romana. E, segundo essa mesma fonte, são grandes, para não dizer enormes, as chances de que o negócio aconteça no fim deste ano.

Aí, quem diria, a lista de goleiros brasileiros nos principais times italianos aumentaria ainda mais: Diego se juntaria a Dida, do Milan; Júlio César, da Inter; Doni (e o reserva Júlio Sérgio), da Roma; e Rubinho, do Genoa. Se é que Dida continuará por lá no ano que vem…

Diego é um bom negócio para a Lazio? E a negociação dele é boa para o Palmeiras?

Autor: Gian Oddi Tags: , , ,

sexta-feira, 2 de novembro de 2007 fotos, jogadores | 18:10

O capitão e o presidente

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Uma grande amiga, amante das esquerdas latino-americanas, garante que foi uma honra para o capitão romanista Francesco Totti receber nesta semana o presidente boliviano Evo Morales, no centro de treinamento do time, em Trigoria.

Mas parece que não é bem assim: foi Morales quem pediu a “audiência” com Totti, segundo nota da agência Ansa. O que, aliás, a gente percebe sem muito esforço pelas caras de ambos na foto abaixo (Reuters)…

Autor: Gian Oddi Tags: ,

terça-feira, 16 de outubro de 2007 imprensa | 16:03

Casa nova, vida nova, tema velho

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Como deve ter dado para perceber, este é o novo endereço do bom e nem tão velho A Bola na Bota: abolanabota.blig.ig.com.br.

A roupa e o endereço são novos, porque deixei a revista Placar para voltar à velha casa, o iG, depois de seis anos. Mas o tema segue o mesmo de sempre. Tudo que rola no (duro, feio, retrancado e o que mais os senhores quiserem…) futebol italiano.

O velho endereço, abolanabota.zip.net, deixa de ser atualizado. Lá, a partir de agora, só o arquivão do blog do dia 26/2/2006 ao dia 2/10/2007. Novidades, agora bem mais constantes (eu prometo!), só aqui.

Era esse o recado de boas vindas.

Autor: Gian Oddi Tags:

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